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quinta-feira, 23 de abril de 2009

17 de abril - Dia Nacional da Hemofilia

Na tarde desta sexta-feira, 17/04, no auditório da Procuradoria Geral da República em Brasília, estiveram reunidas dezenas de pessoas em comemoração ao Dia Nacional da Hemofilia. O evento, promovido em Brasília pela Assessoria Internacional da Governadoria do Distrito Federal em parceria com a Associação de Voluntários Pesquisadores de Coagulopatias ( AJUDE-C), este ano teve como temas “ Tratamento Melhor para todos” e “ Profilaxia no Brasil”.

O objetivo principal desse evento é discutir e buscar junto ao Governo melhorias no atendimento, tratamento e assistência aos pacientes portadores de hemofilia. A reunião contou com a participação de varias pessoas e autoridades. Famílias, quase que completas, marcaram presença no evento e demonstraram total preocupação quanto ao assunto.

Segundo a Auxiliar de Serviços Gerais, Joana Vieira da Luz, o evento é muito importante para que as autoridades dêem mais atenção ao assunto, além de proporcionar as outras pessoas informações pertinentes à doença. “O evento é muito bom para chamar a atenção das autoridades e é importante para que as pessoas tenham conhecimento da doença e se informem quanto ao tratamento adequado: onde procurar e o que fazer”, disse.

Na família de Joana já foram constatados 6 casos de hemofilia, o mais grave foi de um sobrinho de apenas três anos que veio a óbito após aplicação de um medicamento errado por desconhecimento, por parte do médico, da doença. Esse ano ela veio acompanhar sua sobrinha, Jane Vieira, que é mãe de uma criança de seis anos que também é portadora de hemofilia.

A hemofilia que é uma doença hereditária que consiste em uma alteração genética caracterizada por um defeito na coagulação, é caracterizada por falta de uma ou mais proteínas no sangue. Sua evolução inicia-se na primeira infância com sangramentos freqüentes, especialmente nas articulações e músculos causando lesões e deformidades. Em casos mais graves, essas hemorragias podem levar a morte.

O Dia Nacional da Hemofilia é comemorado todo ano no dia 17 de abril. Pacientes que sofrem da doença, familiares e amigos se reúnem para difundir informações sobre a hemofilia e discutir quanto aos tratamentos atuais.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

MS lança Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

A medida vai beneficiar diversos setores da cadeia produtiva, desde o cultivo da semente até a manipulação. Lista de plantas usadas em medicamentos será ampliada.

Uma portaria interministerial (2.960/2008) assinada pelo Ministério da Saúde e outros nove ministérios (veja lista abaixo) instituiu o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Coordenado pelo Departamento de Assistência Farmacêutica, o Programa vai ampliar a lista de fitoterápicos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na atenção básica. A quantidade de produtos oferecidos será definida por um grupo de especialistas vinculados ao Ministério da Saúde, que comporão um comitê específico que acompanhará o assunto. Fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é o medicamento obtido a partir, exclusivamente, de matérias-primas ativas vegetais.

Desde 2007, o SUS fornece medicamentos fitoterápicos feitos à base de espinheira santa – para gastrites e úlceras – e guaco – para tosses e gripes – , em diversas apresentações. Os produtos já integram as listas de distribuição de medicamentos de 350 municípios em 12 estados (RN, PB, SE, BA, TO, MT, DF, GO, RJ, PR, SC e RS). Com a implementação da legislação, a intenção é disseminar o uso da terapia. Os medicamentos fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e, por isso, são considerados seguros e eficazes para a população. Eles garantem o mesmo efeito que um medicamento sintético.

O Programa, lançado em dezembro de 2008, tem uma preocupação social que mobiliza diversas áreas importantes. “Ele é um instrumento de geração de emprego e renda, de desenvolvimento local e estruturação na cadeia produtiva, pois mobiliza desde o cultivo da semente até a produção do fitoterápico”, explica o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Junior. Os recursos para investimento no Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos têm origem na mesma fonte que financia o custeio dos medicamentos distribuídos pela Atenção Básica do SUS. Em 2008, o orçamento para esta área foi de R$ 893 milhões.

Além de ações especificadas, a portaria também cria o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Esse grupo é formado por membros da sociedade civil, ministérios que assinam a portaria e entidades vinculadas, como representantes da agricultura familiar e do setor de manipulação. Ele tem a missão de monitorar e avaliar o Programa Nacional, assim como de verificar a ampliação das opções terapêuticas aos usuários e a garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos e serviços relacionados pelo SUS. Dentre outras ações, o Comitê vai incentivar a promoção à pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e inovações nas diversas etapas da cadeia produtiva.

*A portaria 2.960 é interministerial e também foi assinada pela Casa Civil; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Cultura, Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Integração Nacional e Meio Ambiente.

fonte: www.saude.gov.br

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Bem-estar embrulhado com papel e fita

Símbolo de afeto, o presente ajuda a expressar sentimentos. E dar uma lembrança, está provado, ativa no cérebro as áreas ligadas a mecanismos de recompensa. Por isso, o gesto fala



Fala direto ao coração e... traz prazer. Pesquisadores da Universidade do Sul da DinamarcaNew Scientist, revela que a visão do pacote aciona áreas de comunicação verbal, como o giro fusiforme esquerdo, usado na leitura, e o córtex frontal inferior, responsável por dar significado às coisas.


Para psiquiatras e psicólogos, esse é o retrato do afeto na massa cinzenta. “Presentear faz parte da natureza humana e é um gesto que dá tanto sensação de bem-estar a quem dá como a quem recebe”, diz a psicóloga Maria Cristina Dotto, da Universidade de São Paulo. O curioso: as respostas cerebrais são mais intensas quanto maior for a proximidade do objeto ofertado com símbolos de carinho. “Dessa maneira, uma rosa pode fazer muito mais efeito no cérebro do que um carro último tipo”, explica a psicóloga.

Para o neurocientista Jorge Moll, coordenador do Centro de Neurociências da Rede Labs-D’Or, no Rio de Janeiro, os presentes fazem parte da história da evolução humana. “Nós desenvolvemos comportamentos pró-sociais, isto é, que demonstram características de cooperação social e reciprocidade, para aumentar as chances de sobrevivência da espécie.” Para muitos especialistas, isso justificaria as reações de prazer observadas no cérebro.

Não é pelo fato de o hábito de presentear estar relacionado a sensações positivas que se deve cair na tentação de banalizá-lo. O psiquiatra Geraldo Possendoro, professor de medicina comportamental na Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, opina: “A recompensa material permanente, como a daqueles brinquedos mais baratos comprados por qualquer motivo, estimulam o prazer imediato e o materialismo, o que nunca é bom”. Segundo ele, no mundo moderno, o pacote bonito bem que poderia ser substituído por tempo. “É preciso arranjar alguns momentos para estar ao lado de quem a gente ama. Abraçar e beijar os filhos, dizer quanto eles são importantes não deixa de ser uma maneira de presentear e ser presenteado — com pacotes de carinho.” Fique claro: o que os cientistas dinamarqueses enxergaram como reação a embrulhos coloridos na verdade também aparece em outras manifestações que têm como pano de fundo a generosidade — o saber dar e o saber receber. “Há experiências mostrando respostas cerebrais muito parecidas em quem realiza trabalhos voluntários”, lembra Jorge Moll. “O engajamento em causas sociais, quando o indivíduo consegue doar um pouco de si mesmo, está relacionado não apenas ao bem-estar psicológico como ao próprio aumento da longevidade.” Em grande parte, isso acontece porque há uma redução do estresse quando o cérebro vivencia essas reações de recompensa. E, afinal, quem vive mais estressado tende a apresentar uma série de problemas de saúde.

Jorge Moll está entre os pesquisadores que já mapearam os efeitos da generosidade no cérebro. “Em nosso estudo, trabalhamos apenas com doações anônimas, ou seja, com gente que não pretendia impressionar a pessoa presenteada para ganhar em troca qualquer coisa, como reputação ou prestígio.” Junto com uma equipe de cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde, em Bethesda, nos Estados Unidos, ele demonstrou que as doações fizeram o córtex subgenual, muito ligado a sentimentos tão prazerosos quanto o da mãe que olha amorosamente para o seu bebê, funcionar intensamente. Então, ciente disso tudo, aproveite esta época do ano: conecte-se com as sensações de alegria e realização embutidos no presente escolhido com carinho. Ele é a sua forma particular de dizer o que sente pelos outros. comprovaram algo que o filósofo Sêneca, contemporâneo de Jesus Cristo, já dizia há mais de 2 mil anos: “Muitas vezes, uma pequena oferta produz grandes efeitos”. Por meio de ressonância magnética, eles descobriram que a mera imagem de um embrulho bonito já desencadeia um turbilhão de reações cerebrais. O estudo, publicado na conceituada revista inglesa.

Fonte: http://saude.abril.com.br/

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Exercícios para todas as idades

"Alongamento para Saúde"





Alunas praticando atividade física, gratuitamente, no
Instituto Arte Cia e Ciadadania em Samambia- DF



Festinha! Salgadinhos!Bolo!Que delícia !!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Conecção para todos

Ontem no Fantástico estreou o novo quadro da Central da Periferia denominado "Lan House ". Um espaço que visa mostrar para todo Brasil a criatividade que o povo tem para não ficar de fora dessa grande revolução tecnológica que passamos atualmente. A equipe viajou para Salvador, Fortaleza, São Paulo Zona Oeste do Rio e Baixada Fluminense para constatar aquilo que já temos conhecimento: o grande alcance das novas tecnologias nas periferias do Brasil.

Digitalmente democráticos

Diferentemente do que muitos pensam, a tecnologia não é apenas de alcance das classes sociais mais elevadas. Devido a grande necessidade que as pessoas têm de se conectar, as novas tecnologias vem se alastrando e tomando de conta das periferias do Brasil.

Como a maioria dos periféricos não tem condições de adquirir um computador ou não possuem acesso à internet, as lan houses vem se popularizando e proporcionando essa integração digital.

Perto da minha casa, por exemplo, são três lan houses seguidas uma da outra e, por incrível que pareça, estão sempre cheias de pessoas fazendo trabalhos, pesquisas ou simplesmente se entretendo com jogos, chats , blogs, etc. Lá estão todos conectados, principalmente as crianças, jovens e adolescentes.

Agora, todos já podem ter seu espaço na web. O blogs , por exemplo, estão cada vez mais populares e as pessoas não contentes com um podem criar dois, três ou quantos achar que devem.